quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Fórum Internet Corporativa- parte 2


Como prometi, antes tarde do que nunca.
O Pomeranz já entrou dando show. Cara de quem sabe sabe conhece bem...Seguro de si, chegou chegando. Já começou com os números e fórmulas. Números altos em relação a internautas ( cerca de 35 milhões no Brasil) e baixo percentual de participação do meio virtual nas verbas publicitárias -sendo otimista, 3%. A partir desta constatação ele deixou a platéia meio decepcionada. Dezenas de defensores da mídia digital como salvação da lavoura ( antes tinham sentado o maior pau nas agências off line), todos escutaram quietinhos. Se a internet é tudo isso, pq só ganha 3% do bolo??? Ele provou que investindo na internet o anunciante terá o menor CPM, melhor taxa de resposta, o melhor ROI, enfim, fórmulas e fórmulas comprovando o que ainda não se consegue ter a segurança e a "macheza"de defender, porque simplesmente a internet ainda não se basta. A mídia offline é necessária, imprescindível pra qualquer campanha. Ou a estratégia é concentrar maiores esforços na internet, utilizando os meios tradicionais para aumentar o número de pageviews/interatividade, ou a internet será um reforço, um apoio a mídia tradicional. Exemplificou com cases de quem trabalha com isso desde a idade da pedra ( 1996)e confessou os diversos erros, as precipitações, os enganos. Humildemente, mas sempre com dados concretos e precisos, confessou ter errado para apenas agora se dar conta do óbvio - ainda precisamos de mídia de massa. O exemplo da Novartis ( Nuvarin - o anel anticonceptivo) foi perfeito: Como anunciar para um público tão amplo - todas as mulheres que podem engravidar ( 16 a 50 anos, ABCD)utilizando apenas a internet??? Inviável. E assim ocorre com a maioria dos produtos.

Concordo com ele: tem uma maneira de todo mundo ser feliz.... e todo mundo ganhar: anunciante, agências off e online, mas principalmente o usuário. Na falada web 2.0 tem como: é só deixar de ser míope.

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